Alessandro Mileski, Caminhoneiro do Ano 2007, e Marli Cigolini. Foto: Evelyn Haas
Marli Terezinha Cigolini, 39, da cidade de Reserva (PR), participou
pela primeira vez da disputa pelo posto de Melhor Caminhoneiro do Ano 2012
juntamente com mais 20 motoristas. A busca vem desde 2010 para se classificar
entre os melhores e levar o maior prêmio da Caravana Siga Bem, um caminhão zero
quilômetro. Desta vez, persistiu, estudou e conseguiu a tão sonhada colocação
que muitos gostariam de alcançar.
O mais curioso é que Marli não é motorista de caminhão, é pedagoga e
instrutora de trânsito, mas contou com um grande aliado, seu marido, Alessandro
Mileski, 42, (lembram dele? Sim, venceu a edição de 2007 e ficou em terceiro
colocado em 2011). Mãe de uma menina de 18 anos, ela disse que o apoiou da
família foi fundamental. Antes era Marli quem apoiava o marido, agora foi o
inverso. “Meu esposo me aconselhou e incentivou até o último momento. E minha
filha adora caminhão”.
Apesar de ter outra formação e com carteira de motorista na categoria D há
somente dois anos, Marli mostrou que não é de desistir fácil. Ela treinou nos
dois caminhões que o marido possui (um Iveco 380 e um Iveco 420) e ainda
estudou muito para o grande dia. Segundo a motorista, um projeto como este não
é bom somente pelo prêmio, mas sim pela oportunidade dos caminhoneiros se
atualizarem e testarem seus conhecimentos.
E foi vestindo a camisa de número 14, que realizou todas as provas
estipuladas pela comissão da Caravana Siga Bem. Para ela a prova teórica estava
difícil, especialmente a parte de mecânica. “Tentei manter a concentração em
todos os momentos, mas o nervosismo não desapareceu”, diz Marli.
Infelizmente ela não esteve entre os primeiros colocados, mas diz ao portal
Brasil Caminhoneiro que já é uma vitória ter conquistado um espaço deste. “Já
me sinto uma vitoriosa por ter feito parte desta família e ter realizado um
sonho”.
do portal Brasil Caminhoneiro
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